China deve ter alívio na oferta de carne suína no 4° trimestre, diz ministério

No país como um todo, estoques de porcos vivos cresceram em 20,9% desde janeiro, de acordo com o governo chinês.

Vendedor segura peça de carne suína em mercado em Handan, na China REUTERS/Stringer A construção de fazendas de criação de porcos e a rápida recomposição de estoques devem aliviar a apertada oferta de carne suína na China no quarto trimestre, disse um representante do ministério de Agricultura e Assuntos Rurais do país nesta segunda-feira (13). Os estoques de fêmeas produtivas foram ampliados em 28,6% na comparação com o nível visto em setembro de 2019, disse o diretor da agência de cuidados animais e veterinária do ministério, Yang Zhenhai, segundo a agência de notícias estatal Xingua.

Os estoques de porcas em setembro do ano passado haviam caído em 39% na comparação com um ano antes, segundo dados do ministério, após um surto de peste suína africana ter matado milhões de suínos. Desde então, fazendeiros têm buscado reconstruir o rebanho chinês.

Em 15 províncias, as criações já se recuperaram para mais de 85% dos níveis de 2017, disse Yang, enquanto o número de suínos vivos em estoque está em mais de 80% do nível de 2017 em 13 províncias. No país como um todo, os estoques de porcos vivos cresceram em 20,9% desde janeiro, segundo Yang. O aperto na oferta de carne suína irá ter um alívio gradual após o terceiro trimestre, acrescentou ele, com a ajuda também de maiores importações e de um aumento de mais de 1,2 milhão de toneladas na oferta de carne de frango.

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